Descobre como um endpoint responde sem trazer dado de ninguém — só nomes e tipos de campo. Serve para achar endpoint novo: foi assim que a SA1 dos clientes e a SB1 dos produtos foram mapeadas.
Para a compra de papel da Linha 2, o desconto de estoque vale só para o produto já formatado — jumbo parado no pátio não cobre largura nenhuma, ele ainda vai ser cortado. E o que separa um do outro não está no saldo, está no catálogo: o jumbo é lançado num grupo próprio — hoje o 2201, ao lado do 2202 que guarda o formatado do mesmo produto —, que a importação da SB1 já trouxe para a lista aqui embaixo. O que o saldo precisa dizer é só a quantidade.
A busca ignora maiúscula, mas não ignora acento: procure por um pedaço que não passe pelo acento — prova acha "Aprovado" e "Aprovação", amento acha "Orçamento".
O SE2 é a pergunta que ainda não tem resposta: financeiro costuma ser
módulo à parte na permissão, e alcançar o SF1 não diz nada sobre ele. No SF1, o que interessa
é a coluna preenchidos do F1_CHVNFE — é a chave da NF-e, a única ligação sem
ambiguidade entre o XML e o lançamento. Se vier 0 de 500, a conferência passa a casar por
número + série + fornecedor, que é mais frouxa.
No SA2 o que interessa é a amostra do a2_cgc: o CNPJ do XML
vem sempre só com dígitos, e se o Protheus guardar com ponto e barra o casamento não acontece —
e ninguém entende por quê. Olhe também se o mesmo CNPJ aparece em mais de um a2_cod,
o que é comum quando o fornecedor tem matriz e filial.